Estava tudo bem, até quando...
I - Eu recebi de você palavras difíceis de interpretar, cujo tais palavras são tão confusas quanto o seu modo de escrever... Objetivo e mudo.
II - O que há de errado com o espelho que não me confeça as rugas de receio ? será que ele é aliado da razão, ou um pouco otimista ? pff, essas palavras me envelhecem...
III - A tinta da caneta está tão fresca, tão viva... será que...
IV - O Vento frio é sinônimo de muita tristeza, pra mim. Todos os dias ao lado da lareira lendo e relendo. Doentio, não ?
V - Ultimamente, tudo está tão normal... não aguento mais viver aqui, sem o tal timbre. No silêncio.
VI - O que está acontecendo ? que palavras são estas ?
VII - Durma olhando para as paredes brancas, como sempre faz. Amanhã, a lareira é novamente sua !
VIII - Até parece que recebi isto a um bom tempo atrás, as palavras rolam como pedras correndo ladeira abaixo em minha mente, elas entram em meus pensamentos feito luvas... só não as entendo.
IX - Estou desesperado e isso não faz diferença.
X - Nada nessas palavras, para mim. Não faz sentido.
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I - Será que é só isso ? será que depois de tanto tempo elas pararam de se manifestar em minha mente ?
II - Acho eu, que elas me esqueceram. A Lareira está diferente, mais quente.
III - Eu as decorei, e o papel com a tinta da caneta ainda fresca, Engoli.
IV - Me sinto em casa agora, será que o tempo é capaz de me ajudar ?
V - Até as paredes do meu quarto estão diferentes, só não sei dizer como, ainda é cedo pra relatar as diferenças.
VI - Meu pensamentos não pode estar me enganando. Tomara que não.
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